terça-feira, 6 de março de 2012

Calmantes Naturais


Calmantes Naturais
Calmantes naturais são muito usados para o combate da ansiedade, stress e irritação causado pelo o dia-a-dia agitado. Durante o dia, somos sujeitos à ansiedade e estresse desnecessários, causados por maus hábitos que se tornam rotina com o decorrer dos dias.
Para combater os males da mente, os médicos costumam receitar remédios como os ansiolíticos, que barram a ansiedade e ajudam a tratar certos tipos de depressão. O perigo é o exagero na hora de recomendar esse tipo de tratamento: entre 2006 e 2010, a venda dos famosos “tarja preta” aumentou 36% no Brasil. Ou seja, a população está mais estressada.
Como alternativa para esse uso excessivo, que pode causar sérios efeitos colaterais e até dependência, alguns apontam para os fitoterápicos, que são feitos com plantas e agem de forma semelhante às drogas sintéticas. Quem nunca ouviu o conselho de tomar chá de camomila para se acalmar?
Na hora de comprar fitoterápicos, procure ficar atento ao rótulo do produto. Nele, há o número de registro da ANVISA. Para ser registrado, o remédio deve passar por testes que comprovam sua eficácia, segurança e qualidade.

Plantas Fitoterápicas

Passiflora, valeriana e erva de São João: esse trio é bastante utilizado pela indústria farmacêutica em fórmulas que tratam casos de depressão leve a moderada. As três plantas contêm substâncias que atuam nos neurônios e diminuem a atividade do sistema nervoso, relaxando o indivíduo.
Em casos em que a ansiedade não é tão grave, um chazinho com plantas pode ser um grande aliado.
Calmantes Naturais
Melissa: Também conhecida como erva-cidreira, tem óleos essenciais que acalmam levemente. Tem efeito sedativo, calmante, espasmolítico, digestivo e sonífero.
Calmantes Naturais
Camomila: A composição da camomila é formada por tanino, cânfora, ácido antêmico e um óleo essencial escuro muito utilizado no tratamento da gota, problemas de circulação, reumatismo e inflamações. Esta flor pode ser usada dentro do travesseiro no combate à insônia, estresse e ansiedade devido a seu papel calmante natural.
Calmantes Naturais
Erva-de-São-João : A eficácia da erva de São João foi comprovada por um estudo do Centro de Medicina Complementar de Munique, que apontou que a erva tem efeito superior ao do placebo e similar aos medicamentos antidepressivos em depressões leves e moderadas.
A utilização da erva de São João não deve ser feita sem orientação médica, especialmente em associação com outros medicamentos. As plantas medicinais funcionam como remédios e por isso não podem ser ingeridas arbitrariamente. Para ter o efeito do chá antidepressivo, tome 3 xícaras do chá por dia.
Calmantes Naturais
Passsiflora: Essa espécie de maracujá ajuda a controlar crises de ansiedade e depressão. Ação relaxante e antidepressiva, analgésica, antiespasmódica, hipotensora e sedativa. Esta planta medicinal também induz o sono e o relaxamento muscular.
Calmantes Naturais
Valeriana: Suas propriedades são extraídas da raiz. O uso da valeriana como calmante natural faz com que haja redução do nervosismo, e proporciona uma noite reparadora de sono.
O tratamento fitoterápico tem demonstrado cada vez mais a sua eficácia. Como qualquer tratamento, requer antes um diagnóstico correto da doença para que a planta utilizada seja eficaz. Vale a pena lembrar que as plantas também tem efeitos colaterais. Consulte sempre um médico para saber a dosagem correta para o seu caso.

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Como está sua Autoestima?

Como está sua Autoestima?
Autoestima é a opinião e o sentimento que cada pessoa tem por si mesma; é a capacidade de respeitar, acreditar e amar a si mesma. A autoestima é um trabalho diário e exige dedicação na mesma proporção que se dá aos filhos, ao companheiro, ao conhecimento, à carreira, à saúde e à beleza.
Para manter a autoestima, faça a si mesma o que você faz aos outros: incentivar, admirar, elogiar, desejar o melhor, tratar bem, com carinho e atenção. Ao se proteger, você preserva sua dignidade, não permitindo abusos. Se alguém te “atacar”, terá forças para reverter o problema a tempo, pois quem tem autoestima reconhece sua capacidade e confia nela.
A autoestima elevada é a condição vivida por pessoas que são elogiadas, apoiadas, autoconfiantes, que têm amor próprio, não vivem em conflito e não são ansiosas e inseguras. A baixa autoestima é o sentimento que se manifesta em pessoas inseguras, criticadas, indecisas, depressivas e que buscam sempre agradar outras pessoas.

Baixa Autoestima

A baixa autoestima revela uma pessoa que não expressa os seus sentimentos, que os guarda a sete chaves. Na tentativa de ocultar os seus sentimentos para os outros, ela acaba tornando-se mentirosa para si mesma.

Quais são as características mais comuns dessas pessoas?

  • Possuem tendências perfeccionistas e precisam se sentir no controle de tudo o que acontece a sua volta — o que provoca altos níveis de stress.
  •  Tendem a ser negativas.
  • Preocupam-se demais com o que os outros vão pensar dela.
  • Geralmente estão acima do peso normal.
  • Culpam os outros pelos seus problemas.
  • Têm pouca concentração e geralmente são causadores de problemas.
  • Não pensam em si, somente nos outros.
  • Evitam emitir suas opiniões, gostos, valores, pensamentos e sentimentos.
Perde-se a autoestima quando se passa por muitas decepções, frustrações; ou em situações de perda, ou quando não se é reconhecido por nada. Também quando não somos valorizados ou nunca recebemos elogios.

Mas o que fazer para não perder a autoestima?

Como está sua Autoestima?
O que nos abala na realidade não é a falta de reconhecimento por parte de alguém, mas principalmente a falta de reconhecimento por nós mesmos! Na realidade, o que vale é a sua opinião sobre si mesma! Deste modo, sua autoestima é determinada por você mesma: por isso, pare de culpar seus pais, parentes, amigos ou colegas pela deterioração da sua auto- imagem. Quem tem que se preocupar com ela é você, não os outros; não permita que eles a contaminem.
Ame-se, preocupe-se com você, construa seu amor próprio e seja verdadeira com si mesma. Aceite seus defeitos, seja otimista; cuide do seu corpo, saúde, cabelos — cuide da sua beleza e encare a vida de cabeça erguida. Lembre-se: a sua vida é para você.






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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O VINHO NA COZINHA - Vinho: cura gastrite, ulcera, mata bactérias, etc.


Comer  acompanhado de uma taça de vinho é saudável, quando não há contra-indicação ao consumo de bebidas alcoólicas. Isso já se sabe faz muito tempo. Mas preparar os alimentos com vinho traz algum benefício para a saúde? Há séculos o vinho é usado nas preparações gastronômicas porque ele enriquece os aromas e sabores de uma comida, dando personalidade, expressão e fineza ao prato. Refere-se também que ele evita que os alimentos grudem na panela – o que é de grande valia em certas ocasiões. Por tudo isso o vinho é amplamente utilizado em receitas gastronômicas para marinar, em sopas, grãos, carnes, massas e até mesmo em sobremesas e frutas. As possibilidades são muitas, mas é importante usá-lo de maneira adequada, seja branco, tinto, licoroso ou espumante. Mas esse uso do vinho, além das vantagens gastronômicas, traz algum benefício para a saúde? A Drª. Azlin Mustapha da Universidade de Missouri, mostrou uma interessante pesquisa durante sessão científica do Instituto de Tecnologia de Alimentos, em julho passado, em Chicago. Ela mostrou que o vinho tinto mata a bactéria Helicobacter pylori. Essa bactéria chega ao nosso organismo pela ingestão, principalmente com alimentos e é a principal causa de úlcera péptica, gastrite e até mesmo câncer do estômago. Ela mostrou também que o vinho tinto mata outras bactérias como a Escherichia coli, Salmonellas, Estafiloccocus, Pneumoccocus entre outros. Essas bactérias são importantes agentes de infecções intestinais, urinárias e respiratórias. A pesquisadora salienta que o vinho eliminou essas bactérias sem atingir as probióticas. Estas são microorganismos do bem, fazem parte da flora normal do tubo digestivo e ajudam na digestão. É importante salientar que esse estudo foi feito em laboratório, isto é, in vitro. Esses resultados, apesar de empolgarem, nem sempre se reproduzem em seres humanos. Estudos em animais, ou seja, in vivo, estão em andamento, e dentro de pouco tempo teremos os resultados. Aminas heterocíclicas são formadas pela reação de Maillard durante o processo normal de cozimento. Essa reação ocorre entre aminoácidos e carbohidratos que sofreram ação dos Radicais Livres, na presença de calor. Dela resulta a coloração dourada e muitos dos sabores dos alimentos. Essas aminas são genotóxicas. Isso significa dizer que elas têm uma ação tóxica para os gens – são mutagênicas. Isso pode ser danoso ao organismo e causar de uma série de cânceres. A Drª. Rosa Busquets e colegas da Faculdade de Química, da Universidade de Barcelona, na Espanha, fizeram um interessante trabalho publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry. Ela comparou peitos de frangos fritos previamente marinados com vinho e não marinados e viu que naqueles havia quase 90% menos aminas heterocíclicas. Os estudos aqui apresentados sugerem que o uso adequado do vinho no preparo dos alimentos, além de enriquecer os aromas e sabores, pode reduzir o risco de doenças e agregar benefícios para a saúde.

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Óleo de Coco Extra Virgem para Emagrecer



Não é segredo que a água de coco traz benefícios à saúde e é uma arma poderosa contra a desidratação. Mas é outro derivado da fruta que chegou ao Brasil recentemente com a promessa de uma vida mais saudável e emagrecimento que está dando o que falar: é o óleo de coco extra virgem.
De acordo com empresas especializadas, esse produto é extraído por meio de um processo que evita a oxidação dele e a consequente produção de colesterol "ruim" - LDL -, o que previne doenças cardiovasculares e cerebrais. "O óleo de coco extra virgem tem ação antioxidante, age na estrutura e funcionamento do sistema metabólico.
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Destaca-se pela regulação hormonal, melhora do sistema imunológico e produção de energia", afirmou a nutricionista Marina Rosalem, da Carduz, empresa que importa o óleo de coco da BARLEAN´S para o Brasil.Os especialistas também afirmam que o óleo de coco tem o poder de regular as funções intestinais, tanto quando o intestino é mais "preguiçoso" como em casos de diarreia. Isso porque o produto contém o ácido láurico. "Por meio da monolaurina, o láurico ajuda a eliminar as bactérias patogênicas , protegendo e favorecendo o crescimento da ‘flora amiga’", explicou a nutricionista.
Para a alegria das vaidosas de plantão, também existe a ação cosmética. Como o líquido lubrifica a pele, facilita que os nutrientes contidos no sangue cheguem até ela, numa ação contra o envelhecimento. Já o ácido láurico inibe o crescimento de bactérias na epiderme, prevenindo a acne, por exemplo.
Apesar de ser fonte de gorduras, o óleo de coco ajuda a emagrecer. Isso pelo tipo de gordura contida nele, os chamados triglicerídeos de cadeia média, que não necessitam de enzimas para sua digestão e metabolismo. Por isso, tais triglicérides são consideradas "termogênicas", ou seja, capazes de gerar calor e queimar calorias. "Esta propriedade, aliada a capacidade que o óleo de coco tem de estimular a glândula tireóide, aumenta o metabolismo basal e, consequentemente, emagrece", disse Marina.
Como o produto não é um medicamento, são raras as pessoas que não podem ingerí-lo. Em geral, o cuidado é o mesmo necessário com qualquer alimento: que o consumidor esteja atento aos componentes da fórmula, verifique se possui algum tipo de alergia a eles e que não adquira um produto de procedência duvidosa, com a data de validade vencida ou em más condições.
Quem faz uma dieta hipolipídica (com restrição de gorduras) deve começar ingerindo o óleo em pouca quantidade, para que o organismo se adapte, e só então aumentar gradativamente o consumo.

link onde adquirir: http://www.herbalsaude.net/produto.php?cod_produto=1594238

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Plantas que atuam no aparelho digestivo:



Erva cidreira de arbusto (Lippia Alba (Mill) N. E. Brown).
Indicações Terapêuticas: Distúrbios gástricos de origem nervosa, úlceras gástricas, pilóricas e duodenais. Funciona ainda como antiespasmódico, estomáquico, carminativo, calmante, digestivo. Atua no combate à insônia, febre e a asma. É estimulante da secreção biliar, regulador de menstruação e utilizada para enxaqueca, desmaios, vertigens e epilepsia.
Parte usada: Folhas frescas ou secas.
Modo de Uso: Infusão e Tintura.
Modo de preparo:
Para Infusão: 1 colher de sopa de folhas frescas para cada ½ litro d’água, tomar 4 a 6 xícaras de chá ao dia ou em casos mais leves uma xícara pela manhã e outra a noite.
Outros usos: planta melífera.
Composição química: Óleo essencial contendo citral, citronelal, citronelol, linalol e geraniol.
Toxicologia: popularmente não se recomenda o uso por hipotensos (pressão baixa). Sua parte utilizada é a folha, é contra indicada para hipotensos (pressão baixa).
Jurubeba (Solanum paniculatum L.).
Indicações Terapêuticas: Diurética, desobstruente tônico, antiinflamatória. Emprega-se popularmente com bom resultado para combater as icterícias, cistites, febres intermitentes, prisão de ventre e as inflamações do baço (suco dos frutos). Externamente empregam-se as folhas amassadas sobre machucados. A raiz é indicada nas dispepsias atônicas e na diabete. Desobstruente do fígado.
Parte usada: Raízes e frutos.
Modo de Preparo: Maceração de 2 a 4 gramas de folhas ou frutos verdes em um copo de água fria; também consumida sob forma de vinhos, bastando para tanto deixar macerar no vinho branco.
Infusão: 2 colheres de sopa de folhas ou flores ou frutos picados para 1 litro de água fervente. Tomar 3 xícaras de chá morno, sem açúcar, por dia. Composição química: Alcalóides esteróides, como por exemplo, a solanina. Toxicologia: Como a planta apresenta alcalóides e esteróides, recomenda-se evitar seu uso prolongado.
Hortelã da Folha Grossa (Coleus amboinicus Lour).
Pertence à família Laminaceae, é uma erva perene, tortuosa, pilostormentosa e aromática, encontrada em toda a América Tropical. Indicações Terapêuticas: Possui propriedades antibacteriana, antifebril, antiinflamatória da boca da garganta, antiséptica bucal e da garganta, também age como calmante digestivo e da tosse quando usada como chá, combate a insônia.
Parte usada: Folhas frescas ou secas.
Modo de Uso: Infusão e Óleo.
Modo de preparo:
Infusão: 1 xícara de folhas frescas para cada ½ litro d’água, tomar 2 a 4 xícara de chá ao dia ou em casos mais leves uma xícara pela manhã e outra a noite. Tóxicologia: A menta e mentol não devem ser empregados em lactentes e crianças de pouca idade, pois podem causar dispnéia e asfixia.
Alho (Allium sativum L.)
Indicações Terapêuticas: Estimulante das secreções estomacais e biliares. São também muito conhecidas as propriedades vermífugas do alho, tanto antihelmínticas quanto antiprotozoários, principalmente a ameba (Bulbo e Decoção). Por ser um inibidor das proteases, o alho afeta a concentração sérica de alguns antiretrovirais que utilizam a mesma via metabólica, como o indinavir e o saquinavir, reduzindo sua concentração em até 50%. Isto serve de alerta para que se tenha cautela no uso indiscriminado da planta, principalmente em pacientes que vivem com HIV e que façam uso do “coquetel” antiHIV.
É utilizado ainda como antiséptico das vias respiratórias (Bulbo e Tinturas). Parte usada: Bulbo (“dentes”).
Modo de Uso: Como vermífugo, gripes e coriza utilização os Bulbos sob a forma de decocção 3 . Insônia (Bulbo/Infusão) Dores reumáticas (Bulbo/Cataplasma 4 )
Composição química: Óleo essencial contendo aliina, que por ação da enzima alinase forma a alicina. Derivados do tiofeno e diversos derivados sulfurados voláteis que lhe conferem cheiro desagradável.
Toxicologia: O alho cru pode causar indigestão, e também pode causar irritação na mucosa, e na pele. Em doses exageradas, pode causar irritação gástrica.
Alecrim (Rosmarinus officinalis L.)
Indicações Terapêuticas: Estimulante estomacal e cólicas. Recomenda-se a todas as pessoas cujo estomago seja preguiçoso para digerir. Atua ainda no combate as febres intermitentes e a febre tifóide. Uma tosse pertinaz desaparecerá com infusões de alecrim. Atua também no tratamento da asma, coqueluche, bronquite, hemorróidas, pressão alta, pâncreas, histeria, estresse, caspas e queda de cabelos.
Parte usada: Folhas frescas ou secas e inflorescências.
Modo de Uso: Decocção de folhas. Uma xícara ao dia após o almoço e o jantar. Uma infusão de alecrim faz-se com 4 gramas de folhas por uma chávena de água a ferver. Toma-se depois das refeições.
Composição química: Óleo essencial contendo principalmente pinene, canfero, borneol, acetato de bornila e cânfora. Das folhas foi isolado o diterpeno rosmaricina.
Toxicologia: Doses altas ou uso prolongado pode causar gastroenterites e/ou nefrites.
Boldo do chile (Peumus boldus Mol.). Monimiaceae.
Indicações Terapêuticas: Problemas hepáticos, das vesículas (colagogo) e colérico. Cálculos biliares, diurético, prisão de ventre, afecções no estômago, tonturas, insônia, gases Possui propriedades estimulantes e tônicas, que ativam a produção de saliva e do suco gástrico e, por isso, é ministrado em casos de problemas estomacais e distúrbios das funções gástricas. O chá preparado com as folhas mostrou-se eficiente para auxiliar no tratamento do fígado, ativando a produção de bílis. Cura enfermidades do fígado, hepatites, prisão de ventre, fraqueza orgânica, reumatismo, gases estomacais, gastrite e falta de apetite. Serve também para curar ressacas.
Parte usada: Folhas frescas ou secas.
Modo de Uso: infusão tomar uma xícara antes das refeições. Tintura 1 ml a cada 8 horas. Extrato 10 a 20 gotas a cada 8 horas.
Toxicologia: não é indicado para pessoas que possuam doenças hepáticas graves ou em casos de hipersensibilidade a algum de seus componentes. Quando abusado pode causar tonturas, vômitos e diarréias.
Camomila (Matricaria chamomilla).
Indicações Terapêuticas: Dores abdominais e cólicas intestinais. Digestão, diarréias infantis, vermes, dentição, náuseas, cistite (Folhas/Infusão). Queimaduras solares e ecsemas (Planta/Infusão – aplicar sobre a lesão). É calmante e digestivo, suaviza a pele e embeleza os cabelos. Trata-se de uma das ervas mais antigas que a humanidade já utilizou. O intenso aroma despertou o interesse pela planta e antigos pesquisadores, atraídos pelo doce perfume, acabaram por descobrir várias das propriedades que tornaram a camomila tão famosa.
Composição química: Óleo essencial contendo camazuleno, matricina, bisabolol, um cicloeteracetileno, flavonóides e colina.
Parte usada: flores (capítulos florais como pedúnculos até 2 cm) e folhas frescas ou secas.
Modo de Uso: infusão tomar três xícaras ao dia. Tintura 1 ml a cada 8 horas. Extrato 10 a 20 gotas a cada 8 horas.
Toxicologia: deve ter o uso moderado por gestantes ou pessoas alérgicas a algum de seus componentes.


Erva doce ou Funcho (Foeniculum vulgaris Mill e Pimpinella anisum L.) Indicações Terapêuticas: Cólicas e gases intestinais. Azia, vômitos, diarréia, asma, expectorante, Icterícia e anemia. Facilita a menstruação. É uma espécie herbácea perene, de caules eretos múltiplos chegando até 2m de altura, possui inflorescências terminais compostas, com 5 a 15 cm de diâmetro, caracteriza-se por seu uso medicinal como estimulante, aromática, expectorante, purificante, rubesfaciente e tônica, pode ser usada na terapia diurética, carminativa e expectorante, o infuso facilita a digestão, alivia a flatulência e cólicas intestinais, acalma excitação nervosa e a insônia, age contra cólica em recém nascidos, há afirmações que ela auxilia na produção do leite materno. É utilizada também para velas aromáticas, sabonetes e óleo essencial, muito usado como repelente.
Parte usada: Planta toda e/ou frutos.
Modo de uso: De uso terapêutico para fazer o chá utiliza-se duas colheres de sopa para 250 ml de água. Tomar 1 xícara após as refeições.
Composição química: Óleo essencial, contendo anetol, metilchavicol, anisaldeído e derivados dimetílicos de estilboestrol.
Toxicologia: Nas doses recomendadas, atóxica.
Plantas Medicinais que atuam no sistema urinário. Diuréticos.
Carqueja (Baccharis trimera (Less).
Indicações Terapêuticas: Inflamações das vias urinárias, rins e bexiga. Pelo seu gosto amargo, a medicina popular a recomenda para combater problemas digestivos e hepáticos. Com efeito diurético, auxilia no emagrecimento e no controle da diabetes. Pelo mesmo motivo, deve ser usada com moderação.
Outras Indicações Terapêuticas: má digestão, diabetes, afecções febris, afecções gástricas das vias urinárias, hepáticas e biliares (icterícia, cálculos biliares etc.); afta, amidalite, anemia, angina, anorexia, asma, astenia, azia, bronquite, bronquite asmática, angina, gota, baço, diarréia, coadjuvante em regimes de emagrecimentos, desintoxicação do fígado, diabetes, diarréias, dispepsias, enfermidades da bexiga, dos rins, dos pâncreas e do baço, espasmo, esterilidade feminina, estomatite, inflamações na garganta, má circulação, prisão de ventre, impotência sexual masculina e vermes.
Parte usada: cascas da planta ou folhas frescas ou secas.
Modo de uso: Infusão 1 xícara (café) em ½ lito de água. Tomar duas xícaras após as refeições e ao deitar ou 3 xícaras ao dia. Infusão para uso externo – 60g em 1 litro de água. Aplicar nos locais afetados. Banhos parciais ou completo.
Composição química: É uma planta amarga, contém óleo essencial composto principalmente por nopineno, carquejol, acetato de carquejilo e sesquiterpenos.
Toxicologia: não pode ser utilizado por gestantes, e lactantes, doses excessivas podem baixar a pressão.
Milho (Zea mays L.) Indicações Terapêuticas: Afecções dos rins e das vias urinárias. Cistites, febre, gota, abaixa a pressão arterial, catarro, dores reumáticas (barbas/cabelos/Decocção). Cicatrizante (Folhas/Decocção – aplicação sobre a lesão). Os estigmas (cabelos) do milho novo, fresco ou seco, em infusão purifica o sangue, sendo poderoso diurético, cálculo renal e na bexiga, cistite, distúrbios cardíacos, febre, retenção de urina, inflamação da bexiga, nefrite.
Parte usada: estigmas (barbas ou cabelos)
Modo de uso: Decocção 3 xícaras ao dia. Extrato aquoso 3 xícaras ao dia.
Toxicologia: pessoas com dificuldade de urinar, pode aumentar com inflamação na próstata. Não devem ser usados por pessoas com inflamação da bexiga.
Plantas Medicinais que atuam no sistema respiratório (Antitussigênos e Emolientes Galactagogas):
Eucalipto (Eucaliptus Globulis Labill)
Indicações Terapêuticas: Expectorante e antiséptica das vias respiratórias. Ciática, cistite e coqueluche. Sinusite, rinite, asma, tuberculose e mal hálito (Folhas/Infusão). Função parasiticida e desinfetante (Folhas/Infusão aplicados por fricção sobre o ambiente contaminado). É uma planta de porte arbóreo grande e que atinge até 70m de altura, possui propriedade adstringente, antiséptica, antiinflamatória, antimicrobiana, antivirótica, aromática, balsâmica, calmante e descongestionante, suas partes mais utilizadas são casca de árvore e o óleo essencial, pode ser usada as folhas secas realizando uma infusão logo em seguida inala-se o vapor.
Parte usada: Folhas verdes e secas.
Modo de uso: Infusão 3 xícaras ao dia.
Composição química: Óleo essencial (0,81,0% v/p) contendo eucaliptol ou cineol, apineno e b pineno (VI), aterpinol (LXIII) e borneol (XII).
Toxicologia: Pode causar náuseas, vômitos e diarréia.
3.4 Plantas Medicinais usadas para no sistema circulatório (varizes, flebite, absessos):
Arruda (Ruta Graveolens L.) pertence à família Rutaceae é nativa da região mediterrânea, é uma erva perene de clima temperado a subtropical, não tolera excesso de umidade, planta de pleno sol.
Indicações Terapêuticas: Varizes, flebites e abcessos. Regulariza o fluxo menstrual (Folhas/Infusão). Doenças dos olhos, sarna, micoses e piolhos (Planta toda/Decocção aplicado sobre as áreas afetadas). Tem função antihemorrágica, vermicida, antiinflamatória, estimulante, mas, é abortiva. Pode ser usada para tratar da dor de ouvido e problemas nos olhos, reguladora da menstruação, ameniza efeitos de ressaca e também piolhos.
Parte usada: Planta (folhas, flores e frutos)
Modo de Uso: é usada comumente como uso tópico e infusões na proporção de 20g da planta para 1l de água. Seu cataplasma pode ser utilizado sobre as partes(varizes) afetadas.
Plantas Medicinais que atuam como antisséptico e resolutivo da cavidade oral :
Romã (Punica granatum ) é uma fruta oxidante, mineralisada e refrescante, é um arbusto pequeno da família das Puniadeae originária da África setentrional adaptada ao Brasil.
Indicações Terapêuticas: é comumente utilizada para combater rouquidão, afecções na boca, garganta e gengivas, auxilia na prevenção de aftas. É um importante fitoterápico no combate a solitárias, vermes, inflamações na mucosa bucal, cólicas, hemorróidas, inflamações gastrointestinais, carbúnculo e diarréias.
Parte usada: flores e frutos.
Modo de uso: Infusão, sua recomendação é de 50g das casca dos frutos para 1l de água .
Plantas Medicinais consideradas sedativas do sistema nervoso central:
Alface (Lacuta sativa L.)
Indicações Terapêuticas: Sedativo nervoso, insônia. É uma olerícula, tem ação antiácida, antireumática e digestiva. Calmante do estômago e do sistema nervoso, diurética, hemóptica, laxativa, grande fonte de vitamina A, elemento importantíssimo para o bom funcionamento dos órgãos da visão, conserva a saúde da pele e das mucosas. Combate a vertigem (folhas/Infusão). Amaciante e contusões da pele (Folhas/Suco aplicado sobre a lesão). Suas partes mais utilizadas são as folhas, talos e raízes.
Parte usada: folhas secas e caule.
Modo de uso: Infusão – 2 xícaras (ao levantar e ao deitar) e tintura – 1 ml a cada 8 horas. Suco 20 a 80 g por dia.
Composição química: Contém cumarinas e os flavonóides acacetina, luteolina e quercitina, nas formas livre e combinada. Contém ainda, lactonas sesquiterpênicas, como a lactupicrina, lactucina e a 8deoxilactucina, e ixerinas.
Toxicologia: Atóxica.
Algumas Espécies que Atuam nas Disfunções Metabólicas Antitumorais e Antiviral
Graviola (Anona muricata Linné)
Indicações Terapêuticas: Anticancerígeno, antitumoral, antimicrobiano, antiparasítico, hipotensivo .Antiespasmódico, antidesintérica, antireumática, antinevrálgica, diurético. Existem estudos e pesquisas comprovadas mostrando que a graviola tem excelentes efeitos para redução de tumores malignos.
Parte usada e modo de uso: no Amazonas Peruano as raízes ,a casca e as folhas são utilizadas para diabete, sedativo e antiespasmodico . Tribos nativas da Guiana usam chá da casca da folha como sedativo e Tonico do coração . Já no Amazonas Brasileiro, o chá da folha é para problemas do fígado.e o óleo que sai da fruta é misturada com óleo de azeitona para combater a nevralgia, reumatismo e artrites. Paises como Jamaica ,Haiti ,Taiti ,Índias Ocidentais e outros utilizam tudo da Graviola. Assim sendo o suco de fruta e a fruta é usada para febres , parasitas e diarréia . A casca e as folhas são utilizadas como antiespasmodico ,sedativo , para a circulação do coração ,tosse , gripe , partos difíceis ,asma ,astenia , hipertensão e parasitas . Porém, a uma das maiores descobertas da graviola , foi sua sensacional capacidade de agir contra o células do câncer, mostrando em testes em laboratório, um potencial extraordinário.

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