quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Arsenal contra enxaqueca

Dicas para se livrar da enxaqueca
Você sabia que as mulheres são três vezes mais atingidas pela exaqueca do que os homens? Para se livrar da temível dor que martela a cabeça, aqui vão algumas dicas que vão trazer a recuperação da qualidade de vida. Cada vez mais surgem novidades na praça no combate aenxaqueca, confira algumas delas!
Para prevenir, os neuromoduladores de última geração tornam o cérebro mais resistente à dor.
O tratamento preventivo dura pelo menos seis meses.
Já o Twin laser (infravermelho) é outra opção. Ele é aplicado em um nervo atrás da cabeça e não causa dor. São indicadas quatro sessões semanais. Há também tem a Oxigenoterapia, uma inalação de oxigênio puro por 15 minutos, podendo trazer alívio de enxaquecas graves.
Para outros tipos de enxaqueca, existem ótimos exercícios que ajudam a curar. Ioga epilates, por exemplo, relaxam os músculos do crânio e do pescoço. E qualquer exercício aeróbico estimula o fluxo de sangue para o cérebro, a produção de serotonina, que alivia o estresse, e de endorfina, um analgésico natural.
Existe também a dor de cabeça proveniente daTPM. Para combatê-la, pratique atividades aeróbicas de intensidade progressiva, como a corrida e ospinning.

Tratamento para enxaqueca no San Lorenzo Home Care SPA: Informações (17) 3353-2000/3033-6495
www.spasanlorenzo.com.br
 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Conselhos errados que as pessoas dão.

Clichês e receitas mágicas que todo mundo repete - mas que a ciência mostra que não funcionam.




1- No final tudo acaba bem (se não está bem é porque não acabou) (vai sonhando vai)

O suposto poder do pensamento positivo virou argumento coringa quando as pessoas não têm o que dizer para aquele amigo desesperado. Mas estudos mostram que, além de não fazer mágica, otimismo demais pode até piorar as coisas.

2- Chora, Extravasa, que faz Bem (Extravasar a raiva estimula mais emoções violentas. É como usar gasolina para apagar fogo - só alimenta as chamas.

Cair em prantos não é um bálsamo para sair da lama ou aliviar a raiva - ao contrario, pode derrubar ainda mais o seu humor. Gritar, xingar ou espernear  também não operam milagres. Fazer bem a si mesmo é tarefa um pouquinho mais complicada.

3- Dinheiro não traz Felicidade


Todo mundo sabe e repete: ser rico não é ser feliz. Mas estudos sustentam que o dinheiro pode, sim, dar uma forcinha na sua satisfação como a vida. Tudo depende de como você gasta.


4- Melhor é se fazer de Difícil

Regras infalíveis para conquista o homem dos sonhos e fazer a relação durar são um clássico da filosofia de boteco feminina. Boa parte delas a ciência desmente - e dá pistas sobre o que realmente funciona.



Fonte: Super interessante edicao 301a (edição especial)
53 Conselhos Errados que as pessoas dão

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Exercícios: veja como trabalhar a parte do corpo que mais gosta


http://bit.ly/fdPN90

Dicas de atividades físicas para quem não gosta de academia

Já estamos no mês de fevereiro e sei que muita gente ainda não começou a cumprir a promessa de praticar exercícios físicos em 2012. Então, a dica de hoje é para quem quer entrar em forma, mas não suporta academia. É o seu caso? Que tal praticar um esporte? São muitas opções para você aliar atividade física, diversão, tonificar os músculos e queimar muitas calorias.
esporte Dicas de atividades físicas para quem não gosta de academia A seguir ofereço algumas ideias. Importante: o cálculo do gasto calórico relacionado tomou por base  1 hora de prática da modalidade e uma pessoa de 75Kg.

Ciclismo

Troque a bicicleta ergométrica da academia por corridas de bikes nas ciclovias e parques de sua cidade. Comece devagar e encontre grupos de ciclistas para receber orientações e estímulo. Antes de iniciar as pedaladas, adquira todos os itens necessários para a prática da modalidade bicicleta de corrida (speed), sapatilha, capacete, luva, óculos e garrafa térmica de água. A modalidade é ótima para trabalhar o aparelho circulatório. Gasto calórico: 300 calorias.

Corrida

Comece pela caminhada e passe para a corrida de acordo com sua evolução nos treinos. Muitos maratonistas campeões começaram assim. A corrida exige um bom par de tênis com amortecedores, roupas leves e boné. Além de estimular a circulação, trabalha articulações. Gasto calórico: 600 calorias.

Surf

Você precisa saber nadar, morar em uma cidade litorânea e pegar algumas dicas com um surfista experiente para começar a praticar o surf. O esporte exige os seguintes equipamentos: prancha, parafina, lesh, que prende a prancha ao pé, além de roupa de borracha para manter seu corpo aquecido. O Surf relaxa, mantém o sistema circulatório ativado e ainda trabalha a tonificação dos músculos. Gasto calórico: 225 calorias.

Natação

Geralmente as pessoas começam a nadar por recreação e logo não querem mais sair da piscina. A prática da natação como esporte requer treinos contínuos, mas tem a vantagem de gerar pouco impacto nas articulações. Você vai precisar de óculos de natação, para proteger do cloro, sunga ou maiô e pranchas de borracha ou de isopor, para aprimorar a técnica de pernada. Gasto calórico: 750 calorias.

Artes Marciais

A prática das artes marciais envolve muita preparação e a supervisão de um professor. O lado bom é que, em cidades com parques ela pode ser praticada ao ar livre.  Os acessórios mais conhecidos são as roupas, luvas e faixas. Mas, a preparação envolve também a utilização de sacos de areia e manequins. Além de um trabalho intenso de coordenação motora, a modalidade exige do sistema circulatório e fortifica a musculatura. Gasto calórico: 630 calorias

Tênis

Praticado até mesmo em dupla, o tênis é um esporte que exige bastante preparo nas articulações e musculatura. Não se esqueça de comprar tênis adequados, além do material de uso (raquetes, bolas etc). Gasto calórico: 520 calorias.
Independentemente do tipo de esporte escolhido, é indispensável uma avaliação médica e o acompanhamento de profissionais experientes para que você alcance um bom desempenho. Além disso, beba muito líquido para manter a hidratação, use protetor solar e evite o horário entre às 10h e às 16h para atividades ao ar livre.
Agora você não tem mais desculpa para não cumprir a promessa de ano novo. Faça um esporte e tenha uma vida mais divertida e saudável.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Coma, beba, compre, trabalhe, fale, gaste pouco e viva muito!

Os prazeres estão mais acessíveis, e ficou mais difícil resistir às tentações. Novos estudos mostram como ter mais disciplina para melhorar a qualidade de vida

Hoje não mais conversamos ao telefone, nós falamos à vontade em nossos planos “ilimitados”. Não entramos na internet, acessamos a rede em segundos, de onde quisermos, na hora que desejarmos. Não nos encontramos com os amigos, nós os adicionamos, os curtimos e os seguimos 24 horas por dia. Queremos aproveitar nossas experiências até o último minuto e provar de tudo um pouco. Buscamos mais prazer e não podemos perder nada. Os meios para isso estão ao nosso alcance: tudo parece mais fácil, mais rápido, e temos liberdade para escolher. Menos apegados a regras e mais sozinhos nos grandes centros urbanos, cabe somente a nós decidir. Melhor então atender aos nossos instintos do que se arrepender depois daquilo que não fizemos, certo?
Errado. Apesar de instigados o tempo todo a atender a nossas vontades – tento agora não ceder à de abandonar este texto e verificar as atualizações de meus amigos no Facebook –, é nossa força para resistir a elas que nos torna indivíduos mais satisfeitos e capazes. Numa sociedade que exalta a satisfação imediata, pode parecer contraditório, mas o autocontrole é, ao lado da inteligência, o fator mais importante para determinar nosso sucesso no trabalho, nas relações pessoais e na manutenção da saúde. Com a diferença de que a inteligência não pode ser muito alterada ao longo da vida. “Nossa pesquisa mostra que mesmo os adultos podem aprimorar seu autocontrole”, disse a ÉPOCA o psicólogo Roy Baumeister, autor do livro Willpower (Força de vontade), que será lançado no Brasil pela Lafonte no início do ano que vem. “Isso pode ajudar as pessoas a melhorar a própria vida.”
A ideia de que a capacidade de resistir a uma tentação pode influenciar muitos aspectos de nossa vida surgiu no fim dos anos 1960, com o psicólogo Walter Mischel, então pesquisador da Universidade Stanford. Ele decidiu propor um desafio simples a crianças em idade pré-escolar: se elas, sozinhas em uma sala, resistissem por 15 minutos ao impulso de comer um marshmallow, num prato a sua frente, ganhariam um doce extra. Cerca de 30% dos pequenos voluntários conseguiram ir até o fim do teste – e, até aí, nenhuma grande surpresa. Ela veio quando o pesquisador resolveu checar o que havia acontecido com as mesmas crianças quando elas cresceram. Mischel descobriu que quem conseguira esperar pelo segundo marshmallow era mais bem-sucedido em vários aspectos da vida. Intrigada, a comunidade acadêmica decidiu repetir o experimento. Um dos últimos foi feito na Nova Zelândia e publicado no ano passado. Os pesquisadores acompanharam 1.000 pessoas até os 32 anos, medindo seu autocontrole de várias maneiras: aplicando questionários, entrevistando pais e professores e os próprios indivíduos. As crianças capazes de moderar seu comportamento se tornaram adultos mais saudáveis, com menor tendência à obesidade, menos casos de doenças sexualmente transmissíveis e até menos cáries nos dentes. Também tinham menos problema com álcool, drogas e dívidas. E mais chance de criar os filhos ao lado do cônjuge.
Crianças capazes de resistir a tentações tornaram-se adultos mais saudáveis
Há várias diferenças entre o laboratório e o mundo real. A vida moderna nos oferece muitos marshmallows ao mesmo tempo. “A tentação foi democratizada”, diz Daniel Akst, autor do livro We have met the enemy (Nós conhecemos o inimigo). “O desafio é ter moderação diante da liberdade e da afluência.” Como exemplo dessa democratização, o Brasil já ultrapassou a marca de um telefone celular por habitante. E não é improvável que, daqui para a frente, topemos cada vez mais com pessoas como a assistente de produção Maya Mecozzi, de 24 anos, que fez do aparelho quase uma obsessão, um companheiro inseparável mesmo durante o sono. Muitos de nós já não conseguem desgrudar do celular. Não deixamos de carregá-lo nunca, nem nas férias, numa relação de dependência antes restrita à carteira ou às chaves de casa. Com a telinha sempre por perto – e o contato que ela proporciona com as redes sociais –, corremos o risco de negligenciar nossa vida real em favor da existência virtual.
Nossa luta contra as novas tentações, que se somam às antigas, é ainda mais relevante se considerarmos, como mostram as pesquisas mais recentes, que perdemos nossa capacidade de manter o nível de autocontrole à medida que desempenhamos tarefas cotidianas. É como se tivéssemos uma reserva limitada desse recurso e o gastássemos com o passar do tempo. Em seu laboratório, Baumeister descobriu que outras atividades, além de conter a gula diante de um doce, nos desgastavam. Segurar o choro diante de uma cena triste e tomar decisões como escolher um item diante de muitos tinham o mesmo efeito. Os cientistas ainda não sabem como ou por que isso acontece, mas observam que o desempenho das pessoas cai de uma tarefa para outra. Uma das hipóteses é que lhes falte motivação, um elemento fundamental para o autocontrole. Mas é possível que nosso cérebro não esteja preparado para manter a eficiência em tarefas complexas por tanto tempo e fique “cansado” sem que percebamos. Como o cérebro não é um músculo, que dói com a fadiga, é preciso prestar atenção a sinais mais sutis para detectar esse estágio de esgotamento. O professor Baumeister, da Florida State University, sugere observar a intensidade de nossas emoções. Se ficamos mais tristes do que o normal ao ver algo ruim, ou mais felizes quando vemos algo alegre, talvez seja o momento de parar e tentar recarregar as energias.
Ao tentar descobrir o que pode nos ajudar a “reabastecer o estoque” de autocontrole, os pesquisadores descobriram que ingerir uma bebida açucarada – adoçante não vale – pode ajudar. A hipótese mais provável até o momento para explicar o fenômeno é que sentir o sabor doce na boca nos dá uma dose extra de paciência. É pouco provável que a glicose tenha um efeito direto e significativo no metabolismo cerebral. Mas devemos tomar cuidado com essa estratégia para melhorar o autocontrole: podemos sair de uma tentação para cair em outra, o açúcar.
Não é à toa que pessoas como a bancária Ayra Candia, de 34 anos, não conseguem se afastar de uma das mais populares das doces tentações, o chocolate. “Como chocolate quando estou ansiosa, nervosa, triste ou feliz”, diz Ayra. A guloseima, como outros alimentos doces e gordurosos, ativa o centro neurológico do prazer, liberando uma substância chamada dopamina. A explicação para essa reação “festiva” de nosso cérebro à comida está no processo de evolução, que incentiva comportamentos que favoreçam nossa sobrevivência e procriação.
Quando nossa espécie vivia da caça e da coleta, período em que nosso cérebro se formou, fazia sentido consumir a maior quantidade de calorias possível de uma só vez. Nossos ancestrais não sabiam quando seria a próxima refeição. Muitas vezes, tendemos a repetir esse comportamento, mesmo que estejamos rodeados de comida. O que diferencia a espécie humana das outras, no entanto, é a capacidade de sentir sensações prazerosas com comportamentos absolutamente arbitrários, sem vantagem evolutiva alguma. “Em nosso cérebro, os antigos centros de prazer se conectaram com regiões superiores, relacionadas com a cognição e com a interação social”, diz o biólogo David Linden, autor do livro A origem do prazer (Campus Elsevier). “Essa conexão nos leva a uma complicação maravilhosa: temos muitas coisas que nos dão prazer, mas que não nos ajudam em nada do ponto de vista evolutivo.” É o caso dos jogos, das drogas, das compras e até de tecnologias como o celular. O problema ocorre quando esses comportamentos, evolutivos ou não, viram vícios.

Consumo de açúcar deve ser regulado, dizem cientistas

Estudo afirma que consumo mundial de açúcar triplicou nos últimos 50 anos e sugere idade mínima para a compra de refrigerantes


O consumo exagerado de açúcar preocupa os cientistas

Em um artigo publicado nesta quinta-feira (2) na revista Nature, três cientistas Universidade da Califórnia, em São Francisco, chamam a atenção para um mal que, segundo eles, além do álcool e do cigarro, tem causado grande impacto na saúde pública mundial: o açúcar. O texto vai ao encontro com o que aponta as Nações Unidas: doenças infecciosas foram ultrapassadas, pela primeira vez na história, por doenças não infecciosas. Câncer, diabetes e problemas no coração são responsáveis por cerca de 35 milhões de mortes ao ano.

De acordo com Robert H. Lustig, Laura A. Schmidt e Claire D. Brindis, autores do estudo, os efeitos danosos do açúcar no organismo humano são semelhantes aos promovidos pelo álcool. Eles propõem que o consumo de açúcar seja regulado.

O consumo mundial de açúcar, afirmam os pesquisadores, triplicou nos últimos 50 anos. E, apesar de os Estados Unidos liderarem o ranking mundial do consumo per capita do produto, o problema não se restringe a esse ou a outros países desenvolvidos.
Segundo eles, todo país que adotou uma dieta ocidental, dominada por alimentos de baixo custo e altamente processados, teve um aumento em suas taxas de obesidade e de doenças relacionadas a esse problema. “Há hoje 30% mais pessoas obesas do que desnutridas”, escreveram os autores.

Mas a obesidade não é o principal problema neste caso, já que, segundo os pesquisadores, 20% das pessoas obesas têm metabolismo normal e terão uma expectativa de vida também normal. Ao mesmo tempo, cerca de 40% das pessoas com pesos considerados normais desenvolverão doenças no coração e no fígado, diabetes e hipertensão.
Os pesquisadores afirmam que problema é maior nos países menos ricos. Segundo o estudo, 80% das mortes devidas a doenças não transmissíveis ocorrem nos países de rendas média ou baixa.

Na visão dos autores do artigo, os países deveriam começar a controlar o consumo de açúcar. Eles mesmos sugerem algumas ações, como a taxação de produtos industrializados açucarados, a limitação da venda de tais produtos em escolas e a definição de uma idade mínima para a compra de refrigerantes.

Porém, apesar das sugestões aparentemente fáceis, os pesquisadores afirmam que, diferentemente do álcool ou do cigarro, que são produtos consumíveis não essenciais, o açúcar está em alimentos, o que dificultaria a sua regulação. “Em países em desenvolvimento, os refrigerantes são frequentemente mais baratos do que leite ou mesmo água”, dizem.